
Indo e vindo de tantos lugares! Essa é a vida de um surfista fissurado que mora em uma cidade que não tem praia, as viagens são uma constante, cada final de semana um lugar, algumas vezes os mesmos lugares de sempre, outras a busca por novos lugares, novas culturas, novas ondas, ondas diferentes tanto dentro quanto fora da água.O interessante é buscar, essa busca é uma busca individual, cada ser tem um ritmo, uma necessidade, é uma busca interna, a busca pela onda perfeita, a busca pelo que está dentro de você. Além de interna ela é eterna, pois sempre se quer mais, mais tamanho, mais força, mais perfeição, lugares cada vez mais inóspitos, mais sol, mais astral, mais visual, mais amor.
Esse esporte, o surf, nos faz buscar...buscar tudo. Quando iremos encontrar? Não sabemos, muitas vezes já encontramos e nem mesmo percebemos. Precisamos estar abertos a outras culturas e não apenas observá-las com um ar de indiferença, precisamos experimentá-las, participar de comunidades não convencionais, fora do tal mundo capitalista. Muitos surfistas são fechados, parecem indiferentes a tantas possibilidades que essa religião oferece. Pegar onda, não quer dizer apenas ficar em pé na prancha. O surfista precisa ter atitudes positivas, dentro e fora da água, precisa respeitar o meio, para que o meio o respeite. Outros deixam passar aquele pôr-do-sol desapercebido, momentos mágicos que é apenas olhar para o mundo com o coração e não somente com os olhos materiais.
As viagens citadas no início do texto, devem ser devidamente aproveitadas, pois somos seres abençoados e presenteados pelos Deuses a cada novo lugar que pisamos, a natureza está sempre em nossas vidas. Acredito ser o esporte que estamos mais próximos dessa força maior. Estamos envolvidos intimamente à ela. Como pais e filhos, o mar é uma família, uma escola. O aprendizado é apenas para quem está disposto, apesar de ser uma constante, os olhos, a mente, o corpo, o coração, todos os sentidos precisam estar voltados para esses ensinamentos.O que vai sendo adquirido com essa experiências, ninguém jamais pode tirar de você, está gravado em sua mente. Comprar uma prancha e sair por aí viajando, é fácil, é acessível para muitos. Mas ter atitudes grandiosas, pensamentos interessantes, valorizar pessoas e não objetos, ah sim isto é para poucos. Talvez essa seja a diferença entre o praticante de surf e um surfista de alma. Não estou julgando ninguém, cada um sabe dentro de si mesmo, onde se encaixa, é só não se enganar. Na hora do caldo, do aperto, a mãe natureza sabe distinguir os nobres dos modistas.
Gerry Lopez, Tom Curren, Otaviano Bueno, grandes surfistas que seguiram uma linha espiritual dentro do surf, exemplos a serem seguidos. Desapegados de bens materiais, apenas seres espirituais, os surfistas antes de vários outros grupos, são os que mais tem à sua disposição esse caminho. O caminho natural está aberto, é só segui-lo, bifurcações, avenidas, ruas sem saídas existem muitas. A onde almeja-se chegar? Respondendo essa pergunta fica mais fácil de traçar o objetivo, traçado os objetivos, é fácil escolher o caminho.
O surf zen está morrendo, conto nos dedos os seres que tem o surf como espiritualidade, como modo de viver e não como estilo de vida. Felizmente por pensar com esta filosofia com relação ao surf e ao mundo, tenho atraído bons amigos, amigos verdadeiros, pessoas boas, com bom nível de desenvolvimento espiritual. Isso só tem a somar com os momentos mágicos vividos intensamente dentro de um tubo cristalino, ou no nascer de uma lua amarelada num horizonte longìncuo. Ilhas, praias, pedras, ondas, água, sol, nuvens, a chuva que cai, os caiçaras, a comida ruim da América Central, as direitas e esquerdas perfeitas sem nenhuma gota fora do lugar, as roubadas, os ferimentos e muitas outras coisas que fazem parte do dia à dia de um surfista real. Isso tudo ensina, materializa sonhos ,desejos, percepções. Precisamos estar preparados para admitir tudo que o surf, as surftrips, a natureza e as pessoas humildes tem a nos completar. Não basta contenplar, fotografar, temos que estar inserido, adquirindo toda essa pureza e sensibilidade que está à disposição de nós praticantes de um esporte nobre.
Viajar não é somente amarrar a prancha em cima do carro, buscar os amigos e sair. Viajar é um estado do nosso ser interior, abra-se a isso, viajar com a mente, sonhar. Ser feliz é ter felicidade sempre, não deixar coisas materiais estragar nossa tão longa jornada para o ser Supremo. Não precisamos estar nas Mentawaii em um iate de luxo para ter a felicidade adquirir experiência, podemos estar bem acompanhados num momento de surf nas ondas pequenas e mexidas da praia mais próxima da nossa casa, se soubermos extrair as vibrações certas dessa vivência nos fará muito felizes e haverá dessa forma o desenvolvimento que buscamos.
A vida cotidiana, o stress da vida diária numa cidade, faz um efeito maléfico no cidadão comum, síndrome da pressa, stress, mal humor, ocorre um desequilíbrio geral tanto mental quanto corporal. O indivíduo perde saúde, alimenta-se mal, não pratica atividades físicas com regularidade. Tudo isso pode ser invertido, com a dedicação de corpo e alma à natureza, ao surf, à espiritualidade, ou seja, a espiritualidade do surf.
O surf zen está em tudo, nas ondas, nos amigos, na meditação, nas experiências, nas viagens da mente e do espírito. É só abrir-se a ele!!
Boas Ondas!!
Esse esporte, o surf, nos faz buscar...buscar tudo. Quando iremos encontrar? Não sabemos, muitas vezes já encontramos e nem mesmo percebemos. Precisamos estar abertos a outras culturas e não apenas observá-las com um ar de indiferença, precisamos experimentá-las, participar de comunidades não convencionais, fora do tal mundo capitalista. Muitos surfistas são fechados, parecem indiferentes a tantas possibilidades que essa religião oferece. Pegar onda, não quer dizer apenas ficar em pé na prancha. O surfista precisa ter atitudes positivas, dentro e fora da água, precisa respeitar o meio, para que o meio o respeite. Outros deixam passar aquele pôr-do-sol desapercebido, momentos mágicos que é apenas olhar para o mundo com o coração e não somente com os olhos materiais.
As viagens citadas no início do texto, devem ser devidamente aproveitadas, pois somos seres abençoados e presenteados pelos Deuses a cada novo lugar que pisamos, a natureza está sempre em nossas vidas. Acredito ser o esporte que estamos mais próximos dessa força maior. Estamos envolvidos intimamente à ela. Como pais e filhos, o mar é uma família, uma escola. O aprendizado é apenas para quem está disposto, apesar de ser uma constante, os olhos, a mente, o corpo, o coração, todos os sentidos precisam estar voltados para esses ensinamentos.O que vai sendo adquirido com essa experiências, ninguém jamais pode tirar de você, está gravado em sua mente. Comprar uma prancha e sair por aí viajando, é fácil, é acessível para muitos. Mas ter atitudes grandiosas, pensamentos interessantes, valorizar pessoas e não objetos, ah sim isto é para poucos. Talvez essa seja a diferença entre o praticante de surf e um surfista de alma. Não estou julgando ninguém, cada um sabe dentro de si mesmo, onde se encaixa, é só não se enganar. Na hora do caldo, do aperto, a mãe natureza sabe distinguir os nobres dos modistas.
Gerry Lopez, Tom Curren, Otaviano Bueno, grandes surfistas que seguiram uma linha espiritual dentro do surf, exemplos a serem seguidos. Desapegados de bens materiais, apenas seres espirituais, os surfistas antes de vários outros grupos, são os que mais tem à sua disposição esse caminho. O caminho natural está aberto, é só segui-lo, bifurcações, avenidas, ruas sem saídas existem muitas. A onde almeja-se chegar? Respondendo essa pergunta fica mais fácil de traçar o objetivo, traçado os objetivos, é fácil escolher o caminho.
O surf zen está morrendo, conto nos dedos os seres que tem o surf como espiritualidade, como modo de viver e não como estilo de vida. Felizmente por pensar com esta filosofia com relação ao surf e ao mundo, tenho atraído bons amigos, amigos verdadeiros, pessoas boas, com bom nível de desenvolvimento espiritual. Isso só tem a somar com os momentos mágicos vividos intensamente dentro de um tubo cristalino, ou no nascer de uma lua amarelada num horizonte longìncuo. Ilhas, praias, pedras, ondas, água, sol, nuvens, a chuva que cai, os caiçaras, a comida ruim da América Central, as direitas e esquerdas perfeitas sem nenhuma gota fora do lugar, as roubadas, os ferimentos e muitas outras coisas que fazem parte do dia à dia de um surfista real. Isso tudo ensina, materializa sonhos ,desejos, percepções. Precisamos estar preparados para admitir tudo que o surf, as surftrips, a natureza e as pessoas humildes tem a nos completar. Não basta contenplar, fotografar, temos que estar inserido, adquirindo toda essa pureza e sensibilidade que está à disposição de nós praticantes de um esporte nobre.
Viajar não é somente amarrar a prancha em cima do carro, buscar os amigos e sair. Viajar é um estado do nosso ser interior, abra-se a isso, viajar com a mente, sonhar. Ser feliz é ter felicidade sempre, não deixar coisas materiais estragar nossa tão longa jornada para o ser Supremo. Não precisamos estar nas Mentawaii em um iate de luxo para ter a felicidade adquirir experiência, podemos estar bem acompanhados num momento de surf nas ondas pequenas e mexidas da praia mais próxima da nossa casa, se soubermos extrair as vibrações certas dessa vivência nos fará muito felizes e haverá dessa forma o desenvolvimento que buscamos.
A vida cotidiana, o stress da vida diária numa cidade, faz um efeito maléfico no cidadão comum, síndrome da pressa, stress, mal humor, ocorre um desequilíbrio geral tanto mental quanto corporal. O indivíduo perde saúde, alimenta-se mal, não pratica atividades físicas com regularidade. Tudo isso pode ser invertido, com a dedicação de corpo e alma à natureza, ao surf, à espiritualidade, ou seja, a espiritualidade do surf.
O surf zen está em tudo, nas ondas, nos amigos, na meditação, nas experiências, nas viagens da mente e do espírito. É só abrir-se a ele!!
Boas Ondas!!

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