
Muitas curvas e boas estradas marcaram a viagem para o nordeste do país. Uma província com nome um tanto estranho, Bocas Del Toro, o que significa as saídas de um grande rio com o nome Toro. A capital dessa despovoada parte do Panamá está localizada em um arquipélago exatamente nas bocas do Rio Toro. Uma cidade bem pequena, que possui uma estrutura precária e não conta nem com posto de gasolina. Para chegar são aproximadamente 2 horas em um ferry boat, o qual passa por locais muito bonitos, com água cristalina, pois estamos no Caribe Panamenho.
Logo na chegada encontramos com alguns brasileiros já conhecidos, que nos informaram que tinha altas ondas, ao contrário da semana anterior que estava totalmente flat nas diversas ilhas da região.Noite cheia de ansiedade!
Acordamos muito cedo, ainda noite, descolamos um táxi(nosso carro estava no continente), e fomos para um pico não tão perto, era Bluff’s. Uma praia de areias amarelas, com muitos coqueiros e deserta. Ondas? “Apenas” 5 pés tubular, quebrando bem no inside, uma onda perfeita para bodyboarders. Estávamos em uns 10 brasileiros na água, o crowd era de amigos, o mar perfeito, rápido e raso, uma onda difícil de ser surfada de longboard, como era meu caso, mas deu para pegar boas antes de partir ao meio minha principal prancha.
Punch, um bom reef breack foi o surf nosso de cada dia, esse pico sempre apresentava a melhor condição. Um surf básico, escolinha, 2-3pés de água cristalina vendo os afiados corais passando por debaixo das pranchas, uma onda era sempre igual a outra, errou?era só tentar de novo!Outra opção muito boa, era outro reef, um pouco mais adiante chamado Domper’s, um paraíso embora a onda quebrasse enfrente ao lixão da ilha, algo de dar vergonha para a raça humana, sinistro.Domper’s é uma onda rápida, para surfistas experientes, quebra ao lado de um rochedo pequeno e no meio da curta parede aparece uma grande cabeça de coral, o que faz com que você seja obrigado a sair da onda. Os dias vão passando, muito surf,surf de qualidade. Comida ruim, coluna reclamando do colchão, mas tudo vale o prazer do surf.
Outro swell previsto, todos afoitos.Uma certa manhã,muito cedo ainda, tudo treme, era um terremoto, sensação muito estranha, porém a certeza que viriam ondulações. Muito vento, tempo chuvoso, o mar subiu. Pegamos um barco para uma outra ilha checar uma famosa onda, Carenero, foi sem dúvida o maior e melhor mar da trip.Point breack, crowd forte e ondas de sonho com até 6 pés na série. O swell era consistente, durou vários dias, todos os dias íamos até essa esquerda que quebra pra dentro de uma baía, o que faz com que ela abra inteira mesmo sendo rápida e tubular. Cenas de filme.
A grana começa a ficar curta, afinal já são quase 20 dias de surf intenso, os ombros sentem, algumas dores se instalam pelo corpo, saudades de uma boa comida, da família e dos amigos. Pegamos o carro e partimos rumo à capital, para pegarmos o nosso vôo ao querido Brasil. Durante as 7 hs de viagem, muitos sorrisos, a felicidade por ter feito uma excelente viagem, com direito à muito sol, ondas perfeitas e novos amigo espalhados pelo mundo. Tendo sempre na mente a vontade de voltar e de fazer outras surf trips de gala. O surf é a vida e a vida é o surf. Deja viver!!!
Logo na chegada encontramos com alguns brasileiros já conhecidos, que nos informaram que tinha altas ondas, ao contrário da semana anterior que estava totalmente flat nas diversas ilhas da região.Noite cheia de ansiedade!
Acordamos muito cedo, ainda noite, descolamos um táxi(nosso carro estava no continente), e fomos para um pico não tão perto, era Bluff’s. Uma praia de areias amarelas, com muitos coqueiros e deserta. Ondas? “Apenas” 5 pés tubular, quebrando bem no inside, uma onda perfeita para bodyboarders. Estávamos em uns 10 brasileiros na água, o crowd era de amigos, o mar perfeito, rápido e raso, uma onda difícil de ser surfada de longboard, como era meu caso, mas deu para pegar boas antes de partir ao meio minha principal prancha.
Punch, um bom reef breack foi o surf nosso de cada dia, esse pico sempre apresentava a melhor condição. Um surf básico, escolinha, 2-3pés de água cristalina vendo os afiados corais passando por debaixo das pranchas, uma onda era sempre igual a outra, errou?era só tentar de novo!Outra opção muito boa, era outro reef, um pouco mais adiante chamado Domper’s, um paraíso embora a onda quebrasse enfrente ao lixão da ilha, algo de dar vergonha para a raça humana, sinistro.Domper’s é uma onda rápida, para surfistas experientes, quebra ao lado de um rochedo pequeno e no meio da curta parede aparece uma grande cabeça de coral, o que faz com que você seja obrigado a sair da onda. Os dias vão passando, muito surf,surf de qualidade. Comida ruim, coluna reclamando do colchão, mas tudo vale o prazer do surf.
Outro swell previsto, todos afoitos.Uma certa manhã,muito cedo ainda, tudo treme, era um terremoto, sensação muito estranha, porém a certeza que viriam ondulações. Muito vento, tempo chuvoso, o mar subiu. Pegamos um barco para uma outra ilha checar uma famosa onda, Carenero, foi sem dúvida o maior e melhor mar da trip.Point breack, crowd forte e ondas de sonho com até 6 pés na série. O swell era consistente, durou vários dias, todos os dias íamos até essa esquerda que quebra pra dentro de uma baía, o que faz com que ela abra inteira mesmo sendo rápida e tubular. Cenas de filme.
A grana começa a ficar curta, afinal já são quase 20 dias de surf intenso, os ombros sentem, algumas dores se instalam pelo corpo, saudades de uma boa comida, da família e dos amigos. Pegamos o carro e partimos rumo à capital, para pegarmos o nosso vôo ao querido Brasil. Durante as 7 hs de viagem, muitos sorrisos, a felicidade por ter feito uma excelente viagem, com direito à muito sol, ondas perfeitas e novos amigo espalhados pelo mundo. Tendo sempre na mente a vontade de voltar e de fazer outras surf trips de gala. O surf é a vida e a vida é o surf. Deja viver!!!


