
SURF TRIP CONGELANTE
Acompanhando as direções e intensidades do swell durante uma fria e sinzenta semana de julho, decidi que valia um trip para o sul. Acionei o Fabrício, que na mesma hora topou. Saímos de Curitiba na madrugada de sexta-feira, debaixo de muita chuva, com os termômetros marcando dois graus. Eu me sentia como um louco, 4 hs da manhã, muito frio, prancha em cima do carro, indo buscar o brother.
Amanhecendo estávamos em Floripa, pegando mais um integrante da barca, o grande amigo Tiago, o qual tinha recentemente se mudado para a Ilha de Santa Catarina. Mais uma hora de estrada chegamos ao pico, chuva fina, um metrão na série e poucos corajosos na água. Decidimos de imediato dar uma caída, fizemos um bom surf, batemos um rango e caímos de bode, à tarde mais um queda com um forte vento sul que deixava o mar repicado.
Á noite o frio trincava, céu limpo, estrelado, e na nossa roda de conversa tínhamos a esperança de que estaria perfeito no dia seguinte. Acordamos cedo, céu azul, gramado branco coberto pelo gelo, fomos dar uma conferida. O vento havia parado, o swell mais de leste, séries com até um metro e meio quebrando vazias e perfeitas. Apesar do sol o frio era intenso, long John, botinhas e luvas para agüentar, fizemos a cabeça!Era lindo, um leve terral penteava as séries geladas que entravam na baía.
No dia seguinte igual ou ainda melhor, apenas o crowd havia aumentado, o frio continuava intenso, juntou-se a nós o René, da revista Maneco, mais um para sair roxo da água. Á tarde o crowd sumiu nos deixando totalmente à vontade, só nós, os quatro amigos. Pegávamos as melhores ondas e surfávamos até o inside, todos se deram muito bem, cabeça feita alma lavada. Eu e o Fabrício retornaríamos à noite para Curitiba, ao anoitecer saímos da água com os pés e mãos dormentes e roxos, banho quente, pé na estrada ao som de um reggae contagiante, sorriso no rosto e a sensação de missão cumprida, e a certeza de que vários outros swells como este estão por vir. René e Tiago pegaram mais um dia, o mar baixou visivelmente e o frio também havia diminuído. A partir
Desta trip, este pico tem para todos nós participantes, um forte significado e uma magia extraordinária!
Aloha!
Acompanhando as direções e intensidades do swell durante uma fria e sinzenta semana de julho, decidi que valia um trip para o sul. Acionei o Fabrício, que na mesma hora topou. Saímos de Curitiba na madrugada de sexta-feira, debaixo de muita chuva, com os termômetros marcando dois graus. Eu me sentia como um louco, 4 hs da manhã, muito frio, prancha em cima do carro, indo buscar o brother.
Amanhecendo estávamos em Floripa, pegando mais um integrante da barca, o grande amigo Tiago, o qual tinha recentemente se mudado para a Ilha de Santa Catarina. Mais uma hora de estrada chegamos ao pico, chuva fina, um metrão na série e poucos corajosos na água. Decidimos de imediato dar uma caída, fizemos um bom surf, batemos um rango e caímos de bode, à tarde mais um queda com um forte vento sul que deixava o mar repicado.
Á noite o frio trincava, céu limpo, estrelado, e na nossa roda de conversa tínhamos a esperança de que estaria perfeito no dia seguinte. Acordamos cedo, céu azul, gramado branco coberto pelo gelo, fomos dar uma conferida. O vento havia parado, o swell mais de leste, séries com até um metro e meio quebrando vazias e perfeitas. Apesar do sol o frio era intenso, long John, botinhas e luvas para agüentar, fizemos a cabeça!Era lindo, um leve terral penteava as séries geladas que entravam na baía.
No dia seguinte igual ou ainda melhor, apenas o crowd havia aumentado, o frio continuava intenso, juntou-se a nós o René, da revista Maneco, mais um para sair roxo da água. Á tarde o crowd sumiu nos deixando totalmente à vontade, só nós, os quatro amigos. Pegávamos as melhores ondas e surfávamos até o inside, todos se deram muito bem, cabeça feita alma lavada. Eu e o Fabrício retornaríamos à noite para Curitiba, ao anoitecer saímos da água com os pés e mãos dormentes e roxos, banho quente, pé na estrada ao som de um reggae contagiante, sorriso no rosto e a sensação de missão cumprida, e a certeza de que vários outros swells como este estão por vir. René e Tiago pegaram mais um dia, o mar baixou visivelmente e o frio também havia diminuído. A partir
Desta trip, este pico tem para todos nós participantes, um forte significado e uma magia extraordinária!
Aloha!



